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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

os bonecos malditos

Essa história tem várias versões, alguns dizem que a boneca da Xuxa era amaldiçoada e que à noite ela ganhava vida e matava as criancinhas (há também quem diga que ao invés de matar as crianças, a boneca fazia com que elas matassem seus pais). Outros dizem que o boneco do Fofão vinha com uma adaga (ou uma vela negra, ou ainda um revólver) dentro dele.

Algumas versões mais estendidas diziam que esses bonecos eram fabricados por uma seita satânica e que essa seita os "carregava" com energias “demoníacas” para levar as crianças para o "mal". Foram tantas versões sobre o assunto que chegaram a chamar os inocentes brinquedos de Caixas de Pandora.

Fonte: http://www.nerdssomosnozes.com/2009/04/lendas-urbanas-brasileiras.html

X.O.X.O.
xau

domingo, 14 de fevereiro de 2010

O Diabo Veste Lantejoulas!! ;D


Genteeeee, achei mais uma lenda urbana carnavalesca!!! XD! Essa é oriunda da Amazônia.

Em uma cidade interiorana com origem religiosa, sempre foi costume todas as familias frequentarem as missas, porém, quando o carnaval chegou à cidade, o Padre resolveu fazer uma missa, como sempre. Para sua surpresa, a missa foi quase para os espíritos, todos estavam brincando carnaval e não haviam ido à Missa.

Enfurecido, o Padre rogou uma praga, brandiu a voz em cólera, "Esses homens burros! Preferiram o Diabo a Deus, então, eles que comemorem com o Diabo."

Tudo estava correndo bem na praça da matriz, onde havia toda aquela festa que todo o carnaval pede, quando por volta das 03:00hr, eles viram alí, O próprio Diabo, pulando carnaval e cospindo fogo. As pessoas foram embora desesperadas.

Nos dias seguintes, cada vez menos pessoas foram pular carnaval, e dirigiam-se para a igreja...

Quando eu digo que alguns padres me dão medo, ninguém sabe por que, mas tá aí a prova... O.o

Os Demônios do Carnaval


Eeeeeee beleza, carnaval chegando e todos fervendo na night, pulando feito pipocas fora da panela, uiiiiii, acho digno!!! *O*
Hoje eu trago minha primeira Lenda Urbana, a lenda dos Demônios do Carnaval.

É uma lenda que teve maior difusão no sul do Brasil. Trata-se de uma história que se passa em todas as terças de carnaval. É dito que após a meia noite das terças de carnaval, é possivel ver demônios voltando para o inferno, pois já é quarta de cinzas, e começa-se, enfim, a quaresma. Também dizem que os demônios levam consigo alguns pecadores para as profundesas do inferno.

Em um baile de carnaval em Curitiba, haviam três beatas, fervorosamente fanáticas, mas que nunca perdiam um baile de carnaval sequer. Foi então que uma mulher, por odiar essa falsa religiosidade delas armou uma. Deu aos três sobrinhos fantasias de demônios e os instruiu para sumirem com três pessoas na porta secreta do salão, diante das três beatas.

Foi o que aconteceu, à meia noite, os sobrinhos apareceram na festa, pegaram 3 pecadores e desceram pela porta secreta do salão, diante das beatas, as mesmas desmaiaram e enlouqueceram.

Hoje ambas encontram-se internadas em uma clinica psiquiátrica...

É isso aí, genteee, muito cuidado ao pular carnaval na Terça hein... o.o

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Os lacres de latinhas

Essa é do início da primeira década do novo milênio e não sei a sua extensão nacional, mas encontrei versões dela no norte do Paraná e sul de Minas Gerais, além é claro de todo o estado de São Paulo...mais ou menos entre 2001 e 2002 surgiu uma moda onde àqueles anéis que servem para abrir as latinhas de cerveja e refrigerante eram usados na confecção de roupas e bolsas...começou então a girar um boato onde empresas pagavam valores entre 50 e 200 reais por garrafas descartáveis de 2 litros cheias destes lacres...surgiu então uma mania de se juntar os lacres e coloca-los nas garrafas, houve casos de pessoas com duzias de garrafas cheias de lacres...contudo o engraçado é que NINGUEM sabia onde ou pra quem vender as tais garrafas, sempre existia alguem que conhecia alguem que conhecia onde vender ou que tinha o telefone do lugar e outras coisas...mas nunca ninguem encontrou algum lugar, todo mundo procurou por anos e anos depois muita gente ainda tinha as garrafas cheias guardadas em algum lugar.

FONTE : http://lendas.urbanas.brasileiras.vilabol.uol.com.br/lacres.htm

Espero que gostem!!
X.O.X.O.
xau

sábado, 9 de janeiro de 2010

Algumas lendas de epicity!!!

O Nego D’água do São Francisco e do Paraná

Há quem afirme de viva voz que já viu aquela figurinha atarracada de cabeça grande e olho no meio da testa. O "nego d'água" que habita nos locais dos rochedos do meio do rio, como também escava suas covas na base do barranco da beira do rio, o que provoca tombamento do mesmo. Para afugentá-lo desses locais que terminava alargando o rio, os beiradeiros jogam nesse ponto cacos de vidro, que amedrontam o caboclo d'água. Apesar de viver também fora d'água ele nunca se afasta muito da beira do rio. Quando não gosta de um pescador, afugenta os peixes, tange-os para longe da rede de pesca. Como a caipora, adora fumo, costume que faz com que os pescadores atirem fumo a água para cair nas graças do negrinho que gosta desse agrado, costuma aparecer nas casas de farinha das ilhas ou dos barrancos e noite de farinhada, comumente depois que os trabalhadores se acomodam para dormir, passeando entre os que estão adormecidos, para roubar-lhes fumo ou beiju.

É em personagem encantada transformando-se em outro animal ou objeto. Um pescador contou que pescava a noite quando percebeu um vulto de um animal morto boiando na correnteza. Remou apressadamente em direção ao animal, percebendo ao se aproximar que se tratava de um cavalo, e aí tentou encostar a canoa para verificar a marca ou ferro, para avisar ao dono, quando o animal afundou e logo em seguida, a canoa foi sacudida, percebendo o pescador que um nego d'água agarrado à borda da embarcação tentava virá-la.

Nesse instante lembrou-se o pescador que trazia um pequeno pedaço de fumo, que imediatamente atirou para o neguinho que dando cambalhotas, desapareceu no fundo das águas. Alguns dizem que existe apenas um nego d'água em todo o rio, outros dizem que são muitos. O fato é que o nego d'água, povoa a imaginação de todo menino beiradeiro, o que sossega os corações das mães, pois a noite os pequenos só se aproximavam da água acompanhados por adultos.

O fato de ter ficado por longo período isolado desenvolveu, no são franciscano, suas crendices e medos dentro do seu próprio universo. Nada trazido de outras regiões. A maioria dos duendes, bons ou maus, são ligados a água, da qual fazem seu habitat.

A Mãe D'água

Ou Iara é a rainha das águas e nesse caso a voz é unânime em dizer que só existe uma. A mãe d'água na figura de mulher muito atraente, atrai os homens, e os leva para as profundezas do rio. Segundo essas histórias, muitos são os atraídos pela mãe d'água e que desapareceram misteriosamente quando pescavam a noite, ou navegavam sozinhos pelo rio.

FONTE :http://portotibirica.blogspot.com/2007/12/o-pirangueiro-e-as-lendas-do-rio.html

Temos outas lendas como a da procissão que passa meia noite seguindo cemiterio até a igreja...
Outra lenda é a de que existe uma mulher que na verdade é fantasma que habita o Pirangueiro ( estadio de futebol de epitacio).
Outra é sobre uma barco que passa no dia de sexta feira santa sem ninguem comandando o e apitando
Coisa de assustar né??
Então se cuidem....
X.O.X.O.

xau........

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A lenda da carroça sem cavalo

Nas noites de inverno, quando o frio nevoeiro que vinha do mar descia sobre a cidade, as pessoas que moravam em uma certa rua de São Francisco do Sul, eram acordadas nas altas horas da madrugada, com o barulho de uma inconveniente carroça.

Essa carroça se locomovia de forma tão lenta, que os moradores, já irritados, levantavam-se de suas camas para verificar o que estava acontecendo.

Quando abriam as janelas de suas casas para espiar quem era o responsável por tamanho incômodo, tinham um tremendo susto. A carroça não tinha cavalo!

Dentro da carroça, panelas velhas, baldes amassados, chaleiras e bules, alguns pendurados no lado de fora da carroça, eram os responsáveis pelo tremendo barulho.

As pessoas escondiam-se em suas casas, assombradas com tamanha manifestação do outro mundo, esperando que a carroça e o barulho desaparecesse lá longe.

Fonte: Wikipédia - São Francisco do Sul